A ilha do Maio (Cabo Verde)

Pertencendo ao grupo Sotavento, a ilha do Maio tem uma área de 265 quilómetros quadrados e uma população na ordem das 7000 pessoas. Descoberta em 1460 (dia 1 de Maio... daí o seu nome) por António da Nola, a ilha é uma das mais pobres e ao mesmo tempo uma das mais belas do arquipélago de Cabo Verde. Apesar de ser de origem vulcânica a ilha caracteriza-se por ser bastante plana, atingindo o seu ponto mais elevado - o monte Penoso - os 436 metros de altitude.
Tendo como dimensões máximas 24 km de comprimento e 16 km de largura, a ilha tem belíssimas praias de areia branca e fina e um mar de água azul e morna. Fruto das intensivas campanhas de reflorestação, Maio tem actualmente o maior perímetro florestal do arquipélago - cerca de 3500 hectares de floresta plantada.


























































































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Umas horas em Bari e Matera (Itália)

A razão da minha paragem por estas bandas foi visitar os Sassi (pedras) di Matera, as casas/cavernas escavadas na rocha pelos homens. A paisagem rochosa onde se insere forma um profundo canyon e a composição calcária-arenítica sedimentar das rochas faz com que elas sejam facilmente modeladas, o que facilitou a escavação/construção de casas, cisternas e canais nesta cidade única no mundo. Estas "casas", que já existem há cerca de nove mil anos, foram habitadas em permanência até cerca de 1954, ano em que se iniciou a sua desocupação por as mesmas não oferecerem condições de habitabilidade, já que não dispunham de sistema de esgotos e a vala que corria entre elas era utilizada para o lixo e excrementos, o que originava um alto índice de mortalidade. A desocupação só se completou em 1960, altura a partir da qual todos os que aqui viviam passaram a habitar complexos habitacionais construídos para o efeito.
Matera foi classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade em 1993, tendo servido, em 2004, de cenário do filme A Paixão de Cristo de Mel Gibson.























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