Sun City (Rep. da África do Sul)

A cidade de Sun City foi construída num vale escavado nas montanhas de Pilanesberg. Situa-se a nordeste de Johannesburg demorando-se, a partir daqui, por uma estrada muito boa, cerca de duas horas. À chegada as viaturas são deixadas num grande parque de estacionamento (em Sun City não circulam viaturas particulares) e viaja-se até à cidade numa espécie de metro de superficie.
A cidade, cuja inauguração ocorreu em 7 de Dezembro de 1979, quando a região ainda era um "estado independente" - o batustão Bophuthatswana - foi um projecto do milionário Sol Kerzner e começou a fazer sucesso porque era o único local do país onde os jogos de azar eram legais. Hoje este mega empreendimento ocupa cerca de 250 mil metros quadrados, tem vários hotéis (um deles, de seis estrelas - o Palace of the Lost City - com 338 quartos, é um dos mais elegantes ao sul do equador e tem como sócio Michael Jackson), casinos, cinemas, teatros, restaurantes, night clubs, piscinas com ondas e uma praia artificial com o formato de uma cratera vulcânica. Aqui se podem encontrar todos os dias 24 horas de diversão para toda a família.
Tal como a deslumbrante Las Vegas, Sun City destaca-se no continente por mostrar um contraste excepcional com o que se vê em toda a África.
Sun City é como que uma mistura de Las Vegas com Disneyword no meio da selva africana, lembrando a sua arquitectura um grande cenário de Hollywood.
Para além do jogo (24 horas/dia), pode-se aqui praticar golf (18 buracos, sendo de referir que nas águas que envolvem o 13º buraco existem 38 crocodilos verdadeiros!), natação, windsurf, passeios de balão e para pente, safaris fotográficos, sky aquático, ...










































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Azulejos - Estação do Pinhão (Alijó)

Na confluência do rio Pinhão com o rio Douro localiza-se a estação do Pinhão que possui um conjunto variado de painéis de azulejos do século XIX, um valiosíssimo museu que mostra os costumes, os transportes (barco rabelo e carro de bois), belíssimas "fotos" das vinhas dourienses, dos socalcos, dos trabalhos, das quintas e aldeias, tudo isto acompanhadas sempre das majestosas e imponentes paisagens do Douro. Os painéis de azulejos desta estação foram feitos pelo pintor ceramista J. Oliveira, ligado à Fábrica Aleluia, sendo esta a sua obra mais conhecida. Vale a pena a visita à estação!
Nas fotos abaixo estão representados todos os painéis da estação, não obstante o brilho ou as sombras em um ou outro, pois pareceu-me interessante mostrá-los todos. Primeiro são mostrados os que estão na frente de rua da estação (apresentados da esquerda para a direita) e depois os das paredes esquerda, frente de linha e direita (apresentados sequencialmente por esta ordem).
































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